terça-feira, 26 de abril de 2016

Os contos de Déclidiss, o Mago Branco

Em 191 da segunda era no mundo de Phantasiae um garoto trabalhava em uma lavoura, seu nome era Déclídiss, um garoto comum, sua família era subordinada a um clã de orcs que por sua fez era subordinado a outro clã. O pai de Declídiss quando jovem era um bardo e em uma taverna conheceu Norah a mãe de Déclidiss, O Mago Branco, mas nesse conto o nosso Feiticeiro ainda é uma criança.
 No dia 28 de janeiro de 191 da segunda era Déclidiss apenas trabalhava ele tinha sete anos, nesse dia seu pai se aproximou e disse:
 É uma bela manhã meu filho, gostaria eu que não tivesse que ver meu filho trabalhar tão cedo, gostaria eu que não fossemos subordinados aos Polluetur, eu odeio aqueles malditos orcs!
 Pai não deixe o ódio te dominar, mamãe me disse isso ontem enquanto me contava histórias para dormir, ela me contava sobre suas aventuras pai, antes de você ser atingido por uma flecha no joelho.
 Bons tempos meu filho, você está aprendendo a ler direito filho?
 Sim pai, minha mãe é uma ótima professora!
  Vá brincar um pouco, deixe o trabalho pesado para lá, você é uma criança, vá brincar com seu cachorro.
 Mas se eu fizer isso vamos atrasar as entregas...
 Entregaremos essas coisas para os malditos orcs quando eu tiver vontade filho, e que esses detestáveis Polluetur queimem no inferno!
 Depois dessa conversa nosso jovem herói foi brincar se divertiu toda a manhã, foi até os campos de trigo com seu cachorro cujo nome é Snow e correu até as florestas verdejantes, mas quando voltou para o Almoço teve a pior visão de toda sua vida, seu pai caído morto ao chão e sua mãe sangrando, mas ainda viva, assim que ele se aproximou ela disse em voz baixa:
 Meu belo filho, me desculpe, mas seu pai e eu fomos atacados, os Polluetur, aqueles desgraçados, vieram buscar o trigo, mas vieram duas semanas adiantadas, dessa vez diziam que uma guerra estava chegando e precisavam de suprimentos, nos ainda não tínhamos muito. Eles ficaram bravos, mataram seu pai, e... Meu filho vá para as colinas... (Norah tosse) Vá ver seu tio Drako...
 Essas foram as ultimas palavras de Norah, Déclidiss mesmo assustado correu para as colinas junto a seu cachorro, ele não avia levado nenhum suprimento, e nem mesmo tinha pensado sobre seu tio Drako, o temido feiticeiro escuro, mas mesmo assim correu paras as colinas, durante um dia todo ele e Snow correram atravessaram o pequeno Pântano Podre, e o no fim viu um grande castelo,e ao chegar perto da grande porta ela se abriu sozinha, e Décliddis desmaiou, a ultima coisa que ele viu foi um vulto preto.
 Quando Déclidiss acordou ele estava em uma grande cama de madeira com detalhes feitos de ouro, ao seu lado estava em pé seu tio Drako, seus olhos eram verdes, o homem era calvo e velho, trajava uma túnica preta com alguns detalhes vermelhos, e usava um colar que possuía uma pedra vermelha como sangue. Drako olhou firmemente Para seu sobrinho e disse:
 Vejo que acordou.
 Sim, tio Drako, eu acho que...
 Não precisa falar nada garoto, já sei tudo o que aconteceu, foi tão desesperador que sua mãe lhe enviou para meu castelo... Antes que me eu esqueça seu cachorro está brincando com meu crocodilo de estimação.
 Tio o que farei da minha vida?
 É uma boa pergunta meu sobrinho... Você pode ficar aqui o tempo que quiser.
 Drako você é o grande Mago escuro, se vingue dos orcs que mataram minha família, por favor!
 Tu mal acordaste é já pensas em vingança? É um bom garoto, mas eu me isolei do mundo a muitos anos, se alguém tem que se vingar esse alguém és tu.
 Então me mostre como!
 Tens a certeza de que é isso que quer para tua vida?
 Sim...
 Quer vingança? Quer viver em perdição...
 Sim eu quero meu tio...
 Quando se recuperar te ensinarei o longo caminho da magia...
Drako se retirou do quarto e a grande porta negra se fechou, Déclidiss tinha muitos pensamentos, e também grande tristeza, mas mais que tudo sentia raiva e a necessidade de matar cada Polluetur existente!


Continua daqui um pequeno tempo.

Powerful Red Parte III: Ato de esperança

Eu estava sentado na varanda com o velho Xavier, ouvimos pelo radio do meu horando amigo cujo tomo vodka junto a ele vendo a paisagem, a senhorita no noticiário falava sobre um objeto não identificado que apareceu em menos de quarenta e oito horas no radar, e deve-se chocar com nosso pequeno planeta em algumas horas, dizia ainda que  a "coisa" que vai nos atingir deve destruir metade do planeta. Eu fiquei surpreso com a noticia, mas Xavier me disse " olha garoto, eu te conheço faz um bom tempo, e sei que você quer nos salvar mesmo não gostando das pessoas, então vá faça o que seu coração manda" eu ouvi as palavras do eu amigo, e parti.
Eu voava em direção ao espaço e já estava visualizando o uma grande bola vermelha, então eu pensava vale mesmo salvar a terra? Essas pessoas não deviriam morrer? Terroristas, fanáticos religiosos, assaltantes, estupradores e pedófilos, vale salvar isso? Vale salvar essa droga de mundo? Minha mente ficou calada por alguns segundos, até que então pensei, sim vale! Eu tenho que salvar a humanidade, pois apesar dos seus defeitos existem ótimas pessoas tentando mudar o mundo a cada dia, existem animais vivendo suas humildes vidas sem prejudicar ninguém, existe muitas coisas boas que devem ser salvas, então sim pela primeira vez na minha vida sinto que vou ser verdadeiramente útil.
Eu estava perto da grande bola vermelha, não estava muito longe da terra provavelmente os seres vivos do planeta já viam essa coisa, e pela primeira vez na minha vida senti frio, e outro sentimento que avia anos que eu não sentia medo... Eu estava muito rápido a única coisa em que pensei é vou me chocar com isso e ver o que vai dar, então foi isso que eu fiz, pensei que a coisa ia explodir, mas  nada disso apenas abri um buraco e continuei avançado por dentro da esfera, por provavelmente cinco quilômetros, então me deparei com uma estrutura dentro, era azul e gélida, tinha mais ou menos um metro de largura e de comprimento o mesmo, era em formado de um triangulo, e estava ligada a fios de energia, será que isso foi enviado até aqui? eu pensei rápido arranquei o triangulo, e então tudo ficou branco e explodiu fui arremessado de volta a terra com a estrutura triangular em mãos, logo usei tudo que eu tinha para diminuir a velocidade que eu caia, no meio do meu desespero olho para o céu estava vermelho, e nenhum destroço caia, estranho eu imaginei. Eu consegui diminuir minha velocidade o bastante para não danificar muito a terra, acho que cai em Helsinki.
Eu estava sentado na varanda com o velho Xavier, ouvimos pelo radio do meu horando amigo cujo tomo vodka junto a ele vendo a paisagem, a senhorita no noticiário falava sobre um objeto não identificado que apareceu em menos de quarenta e oito horas no radar, e deve-se chocar com nosso pequeno planeta em algumas horas, dizia ainda que  a "coisa" que vai nos atingir deve no destruir metade do planeta. Eu fiquei surpreso com a noticia, mas Xavier me disse " olha garoto, eu te conheço faz um bom tempo, e sei que você quer nos salvar mesmo não gostando das pessoas, então vá faça o que seu coração manda" eu ouvi as palavras do eu amigo, e parti.
Eu voava em direção ao espaço e já estava visualizando o uma grande bola vermelha, então eu pensava vale mesmo salvar a terra? Essas pessoas não deviriam morrer? Terroristas, fanáticos religiosos, assaltantes, estupradores e pedófilos, vale salvar isso? Vale salvar essa droga de mundo? Minha mente ficou em silencio por alguns segundos, até que então pensei, sim vale! Eu tenho que salvar a humanidade, pois apesar dos seus defeitos existem ótimas pessoas tentando mudar o mundo a cada dia, existem animais vivendo suas humildes vidas sem prejudicar ninguém, existem muitas coisas boas que devem ser salvas, então sim pela primeira vez na minha vida sinto que vou ser verdadeiramente útil.
Eu estava perto da grande bola vermelha, não estava muito longe da terra provavelmente os seres vivos do planeta já viam essa coisa, e pela primeira vez na minha vida senti frio, e outro sentimento que avia anos que eu não sentia medo... Eu estava muito rápido a única coisa em que pensei é vou me chocar com isso e ver o que vai dar, então foi isso que eu fiz, pensei que a coisa ia explodir, mas  nada disso apenas abri um buraco e continuei avançado por dentro da esfera, por provavelmente cinco quilômetros, então me deparei com uma estrutura dentro, era azul e gélida, tinha mais ou menos um metro de largura e de comprimento o mesmo, era em formado de um triangulo, e estava ligada a fios de energia, será que isso foi enviado até aqui eu pensei rápido arranquei o triangulo, e então tudo ficou branco e explodiu fui arremessado de volta a terra com a estrutura triangular em mãos, logo usei tudo que eu tinha para diminuir a velocidade que eu caia, no meio do meu desespero olhei para o céu estava vermelho, e nenhum destroço caia, estranho eu imaginei. Eu consegui diminuir minha velocidade o bastante para não danificar muito a terra, acho que cai em Helsinki.
Eu estava deitado, o céu ainda estava avermelhado, e eu pela primeira vez senti dor, pelo menos acho que isso é dor, olhei para minhas mãos e estava encharcadas de sangue... Os moradores de Helsinki estavam me olhando, eu levantei, tentei falar algo, mas minha voz não saia, involuntariamente a estrutura que estava em minhas mãos caiu, só então prestei atenção que eu estava nu, minhas roupas queimaram quando eu caia, ou quando eu voei estremante rápido para deter a coisa, ou talvez na explosão, não sei não vem ao caso... Eu cai, tossi vomitei sangue e tentei me levantar, mas meu corpo mal funcionava direto, consegui ao menos me virar para contemplar o céu, minha visão escurecia aos poucos, paramédicos chegaram tentaram fazer massagem cardíaca em mim, não conseguiram eles estavam achando que eu estava morto, mas eu não estava, um tentou fazer respiração boca a boca, também não deu certo... Segundos depôs me levantei consegui agradecer os paramédicos, dei alguns passos e minha visão escureceu eu cai senti uma dor muito grande e por fim eu estava achando que eu iria mo...

Powerful Red Parte II: Uma leve forma de ver o mundo

Já se passaram dez dias desde minha última visita até uma cidade, faz mais de um mês que não converso com um humano, eles são estranhos não enxergam muito bem as coisas. Esses tais humanos querem definir uma verdade, mas o que é uma verdade? O que é uma mentira? Seres como esses não compreendem nossa realidade. Uma verdade pode ser a mentira para outras pessoas, e vice-versa. Hoje vou visitar um senhor chamado Xavier, ele é um dos poucos humanos com quem me relaciono, conheci ele quando eu tinha oito anos, agora tenho trinta, mas meu corpo parece ter vinte... É uma maldição, estes poderes, não tenho vida social, não tenho nada... Sabe eu desejo apenas me sentar e esperar o ceifeiro vir-me buscar, infelizmente isso não vai acontecer... Se ao menos ouve-se um super-vilão, ou algo do tipo, mas eu sou o único assim.Eu voei até Port Lincoln, onde meu amigo Xavier mora ele em sua juventude era um pescador e morava no Brasil, já faz doze anos que ele mora aqui na Austrália junto com sua esposa americana Carol, mas isso não vem ao caso no momento. Conversei com meu amigo durante horas, fiquei até a hora do jantar, então fui embora como eu não preciso comer, não vazia sentindo desperdiçar o alimento da família do velho Xavier. Passei a noite todo voando, interferi em um assalto em uma cidade que não imagino qual seja, assim salvei oito pessoas, nove se contar com a criança que estava no útero de uma jovem senhorita. Eu geralmente não interfiro nos assuntos humanos não mais, porém certas vezes eu não consigo resistir... Eu poderia dominar todo o mundo extinguir a violência, mas para isso eu teria que ser mais violento que as outras pessoas, eu sei que valeria a pena, mas não adianta nada, se as pessoas não querem, as vezes acho que elas gostam da forma com que as coisas seguem. Se for assim eu ficarei quieto junto a minha solidão.Eu resolvi voar até um lugar distante, mas não sabia qual, então acabei indo para a lua, eu gostaria de saber qual é a sessação de respirar, deve ser interessante... Acho que o mundo se partiu, se existir um Deus em algum lugar ele deve estar triste, com tudo que acontece toda essa poluição, essas guerras travadas em vão, nosso planeta é lindo, mas a raça humana esta fazendo coisas ruins com nosso lar. Eu sinto certa responsabilidade pelo mundo, afinal sou superior a humanidade, talvez eu apenas esteja louco, preso em um manicômio tendo ilusões, eu espero que no fundo essa seja a verdade, eu nunca quis uma responsabilidade tão grande, mas eu recebi mesmo assim, e olha para mim, não sei o que fazer com todos esses poderes eu não sei de nada praticamente! Eu gostaria de ter uma luz, de saber que alguém deseja meu bem além do velho Xavier...

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Powerful Red Parte I: O Homem sem esperanças

Meu nome é Caio, e bem ninguém me conhece por este nome, todos sabem quem eu sou, mas por outra alcunha, eu sou Powerful Red um super-herói ou pelo menos era para ser um... Sabe quando nada que você faz da certo? Isso seria um resumo da minha vida, de toda ela... Eu posso fazer inúmeras coisas como voar e correr na velocidade do som, posso ver através de qualquer coisa quando quero, tenho uma força descomunal, tenho uma audição apurada, posso escutar as pobres pessoas do outro lado do mundo, e nunca sangrei, nunca senti dor, e nunca fui amado... Porem já amei, e nuca da certo para mim, afinal como se relacionar com um homem como eu? Um deus, não que eu seja, mas é assim que as pessoas me enxergam, na minha opinião sou apenas um homem de pouca sorte. Eu nasci com esses dons, mas nunca me contaram de onde eu vim, tudo que sei é que era um pobre garoto adotado por uma família bem de vida no Rio de Janeiro, e que desde criança eu já manifestava meus poderes, tentei esconde-los, não foi possível, uma vez levantei um ônibus para salvar um velhinha, ninguém percebeu quem eu era, apareci tão rápido quanto sumi, e foi depois disso que tive a grande ideia de criar um uniforme assim como os heróis das hq's, me vesti com uma capa vermelha, uma camisa azul, uma calça vermelha e o par de coturnos do meu pai que era policial, e claro uma mascara vermelha que cobria apenas os olhos, e usei o capuz que vinha em minha capa também. No inicio eu só era incrivelmente forte, podia correr na velocidade do som e era invulnerável com o passar dos meses passei a voar, depois eu pude ver através das coisas, e com o passar dos anos eu o grande Powerful Red passei a ouvir vozes, achei que estava louco, mas não estava, eram pessoas de todo mundo falando, gritando, chorando, eu então me isolei na lua (esqueci de mencionar antes, eu não preciso de respirar, na verdade nem sei como eu estou vivo). Dez meses depois voltei a terra aprendi a me concentrar em poucas pessoas, e então as vozes só vinham quando eu queria, ou me descuidava.

 Em abril de dois mil e quinze, eu estava sentado no himalaia (não mencionei, mas não sinto frio ou calor, estou sempre em uma temperatura agradável eu acho, afinal não sei o que é frio e calor), enquanto eu estava sentado no monte, resolvi escutar as vozes, mal podia identificar o que diziam afinal eram muitas, mas logo eu consegui separar todas em minha mente, e escutei tantas coisas ruins, tantos problemas, será que esse mundo está condenado? mas não ele não estava, as pessoas estavam condenadas, nós humanos, na verdade não sei se posso dizer que sou um deles, mas digo então os humanos se gabam de serem animais racionais, mas isso é uma verdadeira piada, afinal que animal racional faz algo como genocídios? Corrupção? Violência? são tantas questões que penso, por que estou sentado aqui? eu devia estar resolvendo esses problemas, sou forte, talvez possa impor o mundo minhas regras... Porem não vou fazer isso, pois não é o certo, se eu fizer algo assim, serei como eles, eu estou acima deles, não como um deus, apenas como um parente distante, que pode aparecer ou não quando precisarem, mas como posso salvar um vida? sabendo que varias outras se perdem, por isso me isolo, sou um covarde, ou alguém que não sabe o que deve fazer...

 Dias depois fui convocado para uma reunião da ONU, conversamos sobre paz mundial, sobre fome e as drogas que destroem nosso mundo, mas eles não queriam me ouvir na verdade só queriam que o único super-herói do mundo estivesse obedecendo aos homenzinhos, então eu fui embora eles sabem que não podiam me parar, já tentaram antes e não deu certo. Agora eu estava no monte Aoraki, e escutava as pessoas por essa imensidão, e assim fiquei por algumas horas, ali parado talvez tenham sido dias não sei, afinal não sinto fome nem sede, então mal percebi as horas passarem, eu estava o tempo todo de olhos fechados. Quando parei de escutar as vozes, eu fiquei perdido em meus pensamentos, de onde eu vim, quem sou eu? Isso não importa... Eu só queria que minha vida fosse simples, queria ser amado, não só amar, queria poder abraçar sem esmagar as pessoas, queria não ter poderes, queria meus pais vivos! Quero tanta coisa que nunca vou ter. Me lembro do meu primeiro abraço apertado, foi em minha mãe e meu pai ao mesmo tempo, eu tinha doze anos, não foi minha intenção mas os deixei em coma por um ano, depois eles morreram por causas naturais, eu nunca mais abracei ninguém, nunca beijei uma garota ou um garoto, nunca andei de mãos dadas, pois quando tentei quebrei os dedos da minha pobre mãe, mas sabe o que eu achava estranho? Causei inúmeros problemas para meus pais, mas eles sempre me amaram, queria ser como eles... Mas não sou por isso continuo aqui vigiando o mundo, esperando a humanidade se matar, e tudo renovar-se, é isso que faço e sou Powerful Red.